sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Que Neurose Freud!



Fala o Andróide Andrógino morfinizado que dopado segue a linha de produção, confusão, da neurose.

“Que neurose das bocas que não param de alvejar sobre o peito os pinos da opinião cega.  Homicidas do vasto campo de possibilidades da vida. Do vasto campo de escrever com outras palavras. Em cada esquina anunciam que vão morrer e nunca morrem - Fica um punhado de suicídio lírico, ficam meio baixos os cílios que destilam a melancolia poética de todos os tempos. Eu  também, eu também quero morrer agora! Mas tenho  marcado um encontro contigo daqui a pouco, e nós vamos curtir a noite, o dia, o intermédio do nosso porre: o sereno e obscuro quase claro céu de sensação da madrugada.
Mas eu quero morrer sempre!
Que Neurose!
Minha Neurose é a fé de caminhos nublados que fazem eu continuar!"

Nenhum comentário:

Postar um comentário