terça-feira, 4 de outubro de 2011

Sobre o "Chef"

“O tempo das montanhas Indestrutíveis é com um pouco só de duvida, mas com muita certeza aquele auge do nosso espírito. Não deixemos que ele passe sem aproveitarmos o máximo porque vem depois a inevitável depressão. Sinto-me agora tão forte como uma montanha, sinto-me o início, sinto-me o destino sendo traçado. E o que é autodestruição pra quem olha pra trás e diz “que pena que eu não vivi aquilo”. Destruição é só tudo que hesitamos em fazer. Destruição no fim é a não destruição. Não tenha medo de cair de cara, vai ser muito bom lembrar que foi o tal "chef" depois de ter caído algumas vezes, ou que aprendeu a caminhar”

Tecer


Fluxive-se 
                Por entre
Ter-Ser 
                O outro Corpo.
Organize 
             a resposta ao 
Orgão:  -Caotizar!

Intesi-Fique 
por aqui ao meu lado
Vamos fazer nada para transcender
Vamos 
ret-oRnar a natureza das coisas

São coisas:
o mais próximo de nada.
                                    O mais próximo
                                    da distância necessária
                                    do  
                                    Símbolo.

Veije
o Rosto...
                    do mistério
                    que passa despercebido...

              Pres-Sinta
a Pele do 
              Presente,
              Que o presente
              foge:
              Converge a 
              e-TeRna
              Dúvida:
              Faz nós 
              amar-mos 
             um ao Outro
    Sem querer retorno ou troco.


        (acabou(?) -ALinha!)