segunda-feira, 5 de setembro de 2011

ColonizaDores (Humanos! O Extra-Terreno se dará quando deitarmos, mas esperemos)

Não tem os Olhos Invertidos, são os olhos que lhe convêm. Não tem atitudes anárquicas, é a tensão do Relógio diluindo a Novidade. Um negócio de Nervos, de pré-Loucura, Plano em plena Perfeição, o que não é perfeito é Ele mesmo. Conversinha com o Sentido, restinho de Crença, sensação de não resposta em Tudo. Extrai disso, sua Invenção, senão, tudo sem referência lhe mata as Células, e esse morrer vai ser de continuar Vivendo. Que fique entendido: Não preza pelo encerramento, deseja o fantástico nas Atitudes da Natureza. Por exemplo, quando o Sol apresentar o PorVir, deseja uma resposta de milésimos de segundos que seja, mas para isso, deve se concentrar, como sangue nas veias. Não consegue! Se ergue para a continuação... Continua! Pois espera que na presença do cotidiano haja alteração, não reage, desfribila a poesia, um pouco exagerada frente a realidade. A Realidade EnTedia Frente a Poesia. E entre tédio e exagero não há nunca Entender.


                                             Como é precioso isso.

Pesa a História, a Memória Sequelada, a interação Social-Mental-que-Funda a Razão quase consumida em Ceticismo. Dorme... Acorda...Veste a Recepção, a Corda da vida não Arrebenta, o Coração é uma Mistura-Fria que guia expressão, estática, luz, escuridão, rapidez em câmera lenta, multiplicidade relativa de querer dizer nada, querer dizer tudo: Calor!. Abençoado seja o sentimento; O Subjeto, objeto atento de Função, Revisão; O Deslocamento Contínuo do Fim.

Inevitavelmente um Dia, vamos ali Morrer, como quem vai alimentar a Necessidade do Estômago de ir Comer. Inevitavelmente um dia vamos Descobrir, ou melhor, Colonizar os Campos ainda não Descobertos do Mistério.

2 comentários:

  1. quando se sabe as profundezas de tuas palavras é inevitável jugá-las importantes e cabíveis. teus pensamentos rolam soltos, como toda e qualquer mente humana, e o sentimento vive ao redor de nós e de todo esse contexto desenfreado, livre, tênue e amedrontador.

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  2. "Nao como toda mente humana", mas como uma peculiar mente humana/.

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