segunda-feira, 27 de junho de 2011

Léxico da Alma, aquela que dá luz aos globos oculares ativos e lubrificados! (Função da escrita irregular de Monte(s) di-FORm(e)As) ou Constante!

O meu padrão natural, o estar normal sobre a pele e a alma é indiferentemente difuso, Não concentrado, temperado no caótico traço do “sim-bulo com tudo”
Constante...

...Vai-te que eu esqueci a forma clássica de falar em destino... Eu esqueci o que ia falar. Fios e um som cada vez mais sintético tomam conta das transposições que o corpo faz sobre as coisas para ficar existindo. Entende esse não entender? Eu por fora, expulsado de mim mesmo, querendo a lucidez torturante que paira a Mente dos Outros, das coisas, dos Nadas e Tudos mudos, silenciosamente mudos de falarem ao mesmo tempo sobre o tempo sem referência. Quando um Corpo Morto perde a alma ele ainda é Corpo. Adoramos o corpo, e a alma é uma criança ciumenta, inconformada e em Constante fuga...

...Constante...
Encerra...
erra...
raizifica na tempestade...
e fica...

Segue...
ergue...
guerra e paz...
sobre o Faz Constante...
Constante... 
(Infinitas vezes.)

3 comentários:

  1. rsrsrs! Muito bom! Valeu, Ramon. Grande abraço poético.

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  2. Acho que terei quer ler esse texto muitas vezes,me deixou pensando...

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  3. Ramon, os conceitos de alma, normalidade e corpo são vagos e herméticos e aqui você define sem exaurir a semântica.

    Parabéns pelo poema e talento!

    Abraços!

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