domingo, 17 de abril de 2011

-Metafisica você me concede essa dança?

Senhoras e Senhores apresento os versos que acabaram de cumprir sua pena, são ex-presos, condenados  por terem assasinado a espera, em outras palavras, apresento os versos livres:

Queria escrevê-los no meio da chuva, sentir por completa essa confusão que tenho feito a respeito da metafísica, mas se fizer isso a folha se desmancha. Tudo se desmacha com essa chuva, até o peito aberto de um amante do amadorismo.
Olha tenho visto sombras esquisitas me cercarem, a sensação de alguem que não sai da minha cola, não tenho medo desta maravilha imaginativa, fico até alegre com a matéria que isso pode me render em escritos.
Calo minha boca: uma dessas sombras que falar comigo, eu creio em Deus!, ela me diz o futuro, eu creio em Deus! tudo se passa silenciosamente, eu creio em Deus!, epidermicamente eu creio em Deus, por Deus eu Creio em Deus!.
Calo minha mente e esses pensamentos conturbados. Vou ver a chuva cair...

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