terça-feira, 15 de março de 2011

TRagi-comédia TRÁGICA ( a única Comédia aqui fica por conta da postura do tal Poeta-Meia-boca ,e ainda assim, é uma definição que vem críticar a postura do poeta e não rir junto do que não é risível)

“Os palitos de dente de um são o Coito de Tortura do outro 
                                        OU
Um momento digestivo do Poeta sugere que a merda surgirá
horas depois do último suspiro
                                        OU
"Nós vivemos no melhor dos mundos possíveis" 
segundo "Cândido ou Otimismo" no Pôr do Sol"

Eu, Entidade recém-nascida do Poeta, falo sobre a prática fria  de digestão do Poeta, em outras palavras, apresento minha crítica aos versos do Poeta:
                                       
Da pança cheia
Foi-se pelo intestino grosso 
Para a massa escritora
É apenas 
Uma sombra órfã, afastada
De um fato para um flato
E Escreve a crônica da distância 

Obs: O útero do Poeta continua a vazar mais entidades recém-nascidas.

O Poeta sobre a poesia vislumbra as linhas transgressoras e se diz o vanguardista-Mor.
Os lê em voz alta pela tensão do abafamento do tempo à quase-chuva da opinião pública.
A ponta manifestada da Escrita do Poeta diz:

Morrem na continuação da vida os penitentes
Malditos Assassinos de depois da Pestana
Cobrira de força e coragem a madrugada deles
De real mesmo tinham o frio,
o vício e uma vontade louca
De DestruIndo.


Passada a faca para a satisfação
Fundou-se a Arte deles
Mostrava-se o quadro e o sangue
E o medo, e o medo
E a continuação...
E o flagrante 
do despreparo 
da matéria real 
de contato
Com O universo
da Morte


na penitenciária
O Fim certo é de os outros
irem vagarosa-mente
,Arrancando-lhes aS cabeçaS,
Ver a quantos centímetros os nervos se esticam
Até rebentarem a Culpa dos condenados


Os ridículos desenhistas de rabiscos, riscos-ricos,
Que cansaram de acordar e ver paredes
Agora não acordarão do inferno,
E dos demônios, e deles mesmos


Com tudo isso
Sabe-se de uma  infeliz vítima finalizada 
Sabe-se de culpados indo ser finalizados


Sabe-se do que estou falando Sem pontos?    ( o caso )


(Da forma aberta e metida como num estupro
da vítima e dos Culpados)

O poeta recolhe seus recém-nascidos na palma universal da OpiniMão,
Costura seu útero vazado
E toma o Esquecimento Como sua fuga
Ele tem o intestino funcionando regularmente
E começa a pedir mais material de ingestão
Porque já está lhe gotejando
Sua eterna fome de Sub-Versão e subserviência aos
Casos Enterrados.

2 comentários:

  1. Seu blog sempre com textos tão complexos e inspiradores =]

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  2. Poetas se alimentam da dor,da prorpia e da alheia,para de alguma forma transforma-la em algo digno de vida...Talvez em arte.

    Extremamente forte e contundente este poema.

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