sábado, 15 de janeiro de 2011

Vida!

I.

Vou morrer
De você
Assim
Sucessivamente
Mil vezes
Concretivamente
Estatizado no
Movimento involutário
Duma espiral-inspiral

Respiral para
Além da ordem
Dita silenciosamente
Aos gritos, os gemidos
de Gênese

II.

Gentes
Formam uma
Incompreensão
Ao Horizonte
Que nem se inventa
Ele vai inerte,
Inevitável
Resistindo
Ao cumprimento
Do Apocalipse

Vão superar
O esperado
Como aquilo que
Já se passava
Nos gestos,
Decisões do
Micro-mundo
Marcado por
Um neurônio

Vão confiar
Genuinamente,
Entre os
Não-adaptados,
Na ingenuidade geral
Para o Macro-Mundo
Ao Absoluto,
Ao Extremo Possuído.

2 comentários:

  1. Ramon, este poema tem conteúdo.
    Parabéns!

    Abraços.

    P.S.: Visite meu blog, pois tem novas postagens.
    Espero que goste.www.bentovsales.blogspot.com.

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  2. boa tarde Ramon, vc sabe que adoro seu blog por isso dediquei um selinho paar vc, está lá no meu blog.
    http://marciamsp.blogspot.com/

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