quinta-feira, 22 de julho de 2010

A metade Puída do que é sólido

Eu sei que ao redor do copo (esvaziado) estão os indícios de que estive Presente, ali
A observar e a sofrer profundos suspiros por causa do Futuro
A máquina a minha frente não tinha expressão, e era tudo de mais verdadeiro por agora
Hesitei e isso foi o meu labirinto, me perdi
Perdido até hoje estou naquele lugar
No escuro, no fundo, no aterrorizante silêncio: meus projetos

Precisava abrir a pele pra sentir a vida
Não tinha nem honra para isso
Precisava esperar por um tropeço
E finalmente sangrar, topando ao acaso...

(...Vejo o filete metálico e vermelho da confissão
Confesso viver e não...)

Nada, nada...
Eu não sei nadar!
Também não sei morrer afogado
Tudo que nado é raso
Tenho o mínimo de fotos do sol
E dele nem percebo diferença
Delimitei ser ele apenas amarelo e sempre poente
Ao fluxo constante rendo a minha pena
Mas, não excluo a possibilidade do mas
Um Eu é um, sou um mar de Gentes!
Vagueio, Fechado, até ser Exorcizado
Pra de novo iniciar a Ilusão, a Relatividade, o Caminho.

...Conte mais sobre os mundos que criastes por hoje, porque ainda não tomei coragem para mergulhar, pois é a vida, e dá medo sua imensidão...

3 comentários:

  1. oi to visitando! vi q vc fez uma nova postagem e vim conferir! e como sempre vc ñ deixa por menos!!

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  2. Esta imensidão chamada vida, nos dá ao mesmo tempo medo e ânsia de mergulharmos em busca de algo novo!

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  3. a imensidão tem me sufocado. tenho me perdido nela, e perdida não dou um passo sequer. talvez me agrade essa sensação de não pertencimento !

    ta lindo seu blog!

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