terça-feira, 20 de julho de 2010

Estou no fundo da sala e não me pronuncio!

Escrevo para ser inconveniente
Enquanto muitos estão endurecidos em pedra na cordialidade que rejeita as coexistências...

(Ontem mesmo eu pensava, e diante de mim, se prostavam
milhares de técnicas lógicas de absorção do meu pensamento)

Deixe simplesmente o pensar fluir...
Não medifique perante a redundância, perante a extravagância.
Cuspa, negue, seja originalmente repetitivo
Não perca o foguete da iconoclastia...
Suba em mesas, não em montanhas, não caia soberbo!
Cheire essa podridão comercializada, sujos-limpinhos, rebeldes-comportadinhos
inhos sempre querendo te matar.

E o nosso cansaço, medido na aspereza-maquiavélica
É viável! Não é viável! É? Para mim?
Ande... , ande... , é só do que precisa
Os metros quadrados do seu mundo te privam de ti, do que poderia ser.

Fixe o olhar, e só vai conseguir envesgar
Espasmos de dor, ou falta de concentração resultantes dessa fixação

Te digo: queria a independência, tem doses homeopáticas dela...
Resista ao estado inseguro da independência?
Resista ao estado inseguro da independência...
Resista ao estado inseguro da independência!

TODAVIA...

Se vire é não se virar (e se...)
Sangrar é não eternizar (e se...)
Salvar é se suicidar (e se...)
Sorrir e não definir (e se...)

...E se fosse o inverso seria o mesmo!

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