domingo, 6 de junho de 2010

Profundo Mundo a Mim

Ando sendo sobre o passado já sido
e Corro em querer inovar a velharia ultrapassada!
Minha alma se enche de toda essa inspiração
À causa sobre o efeito, no contato redundante:
E a volta... , e a volta...
Passo sobre mim incontáveis vezes
Sempre que me vejo
Estou sorriso, estou tristeza... Estou olhando pra cima
E só olhando nada sobre o céu,
Infindáveis incertezas de existência!
São as estrelas!
e Todas pesam sobre a escuridão,
e só a escuridão é verdadeira
Engolindo todo o sentimento da espera,
Deixando o espaço torturante...

...A luz só existe para ser vencida pela escuridão,
A luz de vez em quando não cumpre seu motivo...

O meu peito abarca os tempos da lucidez
e Não há como fugir,
Sou só informação vagueado inexistente
Não serei nem sereno.

Meus pés foram arrancados do corpo de Deus
À cabeça não há mais motivo...
Não poderemos seguir...Pensaremos e não seguiremos!
Pois tudo é lucidez!
Essa verdade percorre o meu mundo pré-construído
e Tu, qualquer tu,
não serás menos que eu, não serás mais que eu
Serás distância como outra idéia de passado
Para o futuro presentificado.

...Para o futuro presentificado:O formigamento da alma e o esfacelamento do corpo!

2 comentários:

  1. Texto bastante complexo esse,gostei demais. Mas vou precisar ler novamente e novamente e novamente...

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  2. a idéia que perpassa esse texto é umas das que mais me atormentam: a existência! o existir que os outros definem a partir da memória, da originalidade, da crença, e claro dos sentidos. Penso como tudo isso se esvai perante a idéia do outro e o limiar.

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