terça-feira, 20 de abril de 2010

o infinito e eu!

“Eu rodo e rodo mais uma vez. Passo pelo mesmo caminho redundante e conformado. Mas mesmo no caminho sempre voltado percebo espaço para fuga das minhas horas repetidas, não são horas perdidas elas só não foram vividas. A venda das minhas visões, preconceito instantâneo da necessidade, não me deixa viver as minhas horas, as horas espaciais da sensação e requisito para a fuga de um caminho e a inserção em outros.
Mas se eu busco liberdade, e nunca encontro é justamente porque só quero trilhar e encontrar caminhos, e os caminhos no alto de qualquer teoria que defendam são coisas que em algum momento vão ser regras, determinações, fundamentos, prisões. Não! , não há nada de ruim em trilhar caminhos mas também não há nada de bom em não refleti-los. Se encontrar no caminho como algo não completo, instável, não encontrado. Se encontrar como o nunca encontrado!”

Um comentário:

  1. Nada como uma narrativa poética em espiral descendente ao âmago torturado de um autor... Obrigado pelo comentário no Imagens do Irreal, e obrigado por segui-lo. Já estou a seguir-te aqui também, nas Inspeções. Abç!

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